Advogados
Quem responde pelo escritório e por cada área.
A ordem importa porque, em dívida e em garantia, boa parte do risco já está definida antes de qualquer decisão.
O primeiro passo é entender o que está em jogo: o passivo, quem são os credores, quais prazos correm e em que estágio está cada cobrança. Sem esse mapa, qualquer proposta é chute.
Contratos, cédulas de crédito, matrículas, demonstrações contábeis e o que consta nos autos. A leitura documental é onde aparecem as garantias vinculadas, as cláusulas que limitam a negociação e o que não foi dito na conversa inicial.
Identificados os pontos que podem inviabilizar ou encarecer a operação, eles são apresentados de forma explícita. Cliente que decide sem conhecer o risco decide no escuro.
Definição do caminho jurídico cabível e das alternativas, com o custo e o tempo de cada uma. Em reestruturação de dívida, a escolha entre negociação direta, recuperação extrajudicial e recuperação judicial depende do número de credores, do tipo de garantia e do estágio da crise.
Execução da estratégia e revisão sempre que o cenário mudar. Processo de crise é dinâmico: decisão judicial, comportamento de credor e resultado de safra alteram premissas que pareciam firmes.
A sequência se aplica igualmente a dívidas e reestruturação, recuperação judicial do produtor rural, recuperação judicial empresarial, holding e patrimônio, agronegócio e direito imobiliário.
Cada caso é avaliado individualmente. Nenhuma orientação apresentada no site substitui a análise do caso concreto, e não há promessa de resultado.
Quem responde pelo escritório e por cada área.
As dúvidas que chegam antes da primeira reunião.
Telefone, WhatsApp, e-mail e endereço do escritório.
Descreva a situação e a equipe da CFH faz a primeira leitura do cenário, do passivo e das garantias envolvidas.